Portal da Maturidade

Tudo sobre Maturidade, por Mariúza Pelloso Lima


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Amigos de Fé

Amigos_Maturidade_2015

“As vezes nossa própria luz se apaga e é reacendida pela fagulha de outra pessoa. Todos temos motivos para pensar com uma profunda gratidão naqueles que acenderam a chama dentro de nós”

Albert Schweitzer

 

         

          Os amigos de fé não estão ligados obrigatoriamente a uma religião. São pessoas  que crêem na vida, na Energia Divina que a tudo permeia, na Luz como fonte de sabedoria, e formam uma grande Teia de Amor.

          Unidos por uma força maior, ao longo do tempo mantêm essa chama de amor acessa. Mesmo com diferentes religiosidades, ou diferentes níveis de consciência,  o respeito e amor incondicional que desenvolvem um pelo outro,  possibilitam aprimorar a forma de amar.

          O exercício do amor incondicional é uma conquista do espírito.

          Percebe-se muito bem isso na maturidade, quando mudam nossas perspectivas sobre a vida, quando  aquietamos nossa mente e abrimos mais nossos corações.

          Os amigos de fé muito colaboram para que nossas dores diminuam, nos momentos em que mais precisamos. O fato de estarem ao nosso lado na hora certa, com incentivos, com preces, com orientações, com vibrações, modificam nossos pensamentos e sentimentos para reagirmos com coragem, perseverança e fé aos desafios que a vida nos traz.

          Podem até mudar o rumo de nossas vidas e transformá-las para melhor!

          Saibamos agradecê-los, devolvendo para o mundo esse amor incondicional, compreensão e tolerância para com o próximo; fortificando essa Teia de Amor para que nada a rompa, somente seja ampliada por cada gesto de estender nossas mãos para todos.

          O Portal da Maturidade o convida para fazer parte dessa Teia de Amor em 2015, a ser um verdadeiro Amigo de Fé.

“Somos Luz. Somos filhos da Luz. Somos protegidos, iluminados, supridos e sustentados pela Luz, e nós abençoamos essa Luz”

 


1 comentário

Você tem amigos? Onde eles estão?

Amigos_Maturidade          Um dos nossos maiores tesouros na maturidade são os nossos amigos.

          Pessoas que entraram na nossa vida em algum momento e se tornaram imprescindíveis, partilhando conosco o dia a dia, as horas alegres, as horas tristes, nos confortando nas intempéries da vida, levantando nosso ânimo, socorrendo-nos em pequenas e grandes necessidades.

          Temos amigos para passear, para orar juntos, para grandes comemorações, para estudar, amigos da academia, da hidroginástica, da dança, amigos do trabalho, do tricô, do futebol, e assim vai.

          Você consegue imaginar seu mundo sem essas pessoas que lhe fazem tão bem?

          Nem sempre temos condições de conversar com todos, dar-lhes a devida atenção, em retribuição ao que fazem por nós. Porém, quando estamos sós, por algum motivo, invade-nos uma grande saudade deles. Ah, se fulano estivesse aqui …. o que será que nós estaríamos conversando, fazendo?

          Tudo que existe e vive precisa ser cuidado para continuar a existir e a viver, desde uma plantinha, um animal, uma criança, um idoso.

          Construímos o mundo a partir de laços afetivos. Esses laços tornam as pessoas e as situações preciosas, portadoras de valor. Preocupamo-nos com elas. Tomamos tempo para dedicar-nos a elas. Sentimos responsabilidade pelo laço que cresceu entre nós e os outros.

          Se recordarmos a frase do livro do Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint Exupéry, que diz: “É com o coração (sentimento) que se vê corretamente; o essencial é invisível aos olhos”, veremos que é o sentimento que torna as pessoas, coisas e situações importantes para nós. Somente aquilo que provocou cuidado em nós deixa marcas indeléveis e permanece definitivamente.

          Esse modo-de-ser-cuidado é que devemos ativar com nossos amigos. Ficarmos atentos na maturidade para não nos isolarmos, não deixarmos muito tênue, enfraquecida essa rede que envolve os nossos amigos.

          Outra frase do Saint Exupéry: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, também nos faz refletir sobre nossa responsabilidade em alimentar continuamente nossas amizades, principalmente dos amigos mais queridos, insubstituíveis.

          Vivenciar nossa maturidade com amigos é um modo de ser mediante o qual saimos de nós e nos centramos no outro, com desvelo e solicitude, participando de seu destino, de suas buscas, de seus sofrimentos e de seus sucessos, enfim , de sua vida.

          Onde estão os seus amigos? Será que não está na hora de telefonar para eles? Enviar uma mensagem por e-mail ou no facebook para dizer-lhes o quanto está com saudades , o quanto os ama? E que tal marcar um cafezinho, um chopp ou um almoço na companhia deles?