Portal da Maturidade

Tudo sobre Maturidade, por Mariúza Pelloso Lima


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Workshop de Eneagrama

Eneagrama - Portaldamaturidade“Busque o melhor que há dentro de si e transforme sua vida”

• Quer aprender a superar as dificuldades?

• Quer aprender como você age e reage?

• Quer potencializar sua autoconfiança?

Aprenda a encontrar respostas para essas e outras questões por meio do Eneagrama!

Sobre o Workshop

          O Eneagrama é um instrumento milenar de autoconhecimento que ajuda a perceber quem somos na personalidade e na essência. Serão apresentados os nove tipos de personalidade e seus padrões de comportamento, de forma a entender quem somos e desenvolver relações mais saudáveis e produtivas.

Como acontece

A metodologia inclui:

• Conceituação teórica

• Dinâmica de grupo

• Partilha

Data: Sábado, 9 de junho, das 9:00 às 13:00h

Endereço: Avenida Santo Antonio, 2153, sala 73. Edifício Ametista, Bela Vista, Osasco – SP

Informações e Inscrições: (11) 97195-0300 ou (11) 99603-7651

Investimento: R$ 80,00

Facilitadora: Carmem Andrade

Pós graduada em Psicologia Transpessoal Especialista em Eneagrama Coach de vida e orientação de Carreira

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VIVÊNCIA DO LABIRINTO – O JOGO INICIÁTICO DA OCA

Labirinto          Um trabalho que se apresenta como profunda ferramenta de autoconhecimento.

          É um jogo metaforicamente ligado ao Caminho de Santiago de Compostella.

          Também conhecido como o Jogo do Ganso, é basicamente um jogo de tabuleiro com dado e 63 casas a serem percorridas de forma espiral.

          O Jogo da Oca contêm os arquétipos do Tarô, a Numerologia, os arquétipos da Mitologia Templária, e tem o formato em labirinto, como uma mandala, que gira de forma espiralada, e vai dando respostas. O labirinto também é um símbolo de radiestesia, e portanto, “limpa”…. ”abre as situações”….

          A Oca é o ganso, que para os antigos é a Ave Fênix, que representa o renascimento.

          É uma vivência incrível, que mais do que um jogo ou uma meditação no Labirinto, simboliza o caminhar da Vida de uma pessoa.

          O workshop será ministrado por Helena Gerenstadt, historiadora, pesquisadora e conceituada terapeuta holística.

Data: 3 de setembro, sábado, às 13 horas

Investimento: R$ 80,00 – Vagas Limitadas!

Local: Av. Sto Antonio, 2153, sala 73, Bela Vista,  Osasco.

Informações e inscrições: Mariúza Pelloso Lima – mariúzapelima@yahoo.com.br

Telefone: (011) 99603-7651


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Partidas

Partidas_Maturidae“A vida começa com uma chegada. Termina com uma despedida…

A chegada e a partida fazem parte da vida. Como o dia, que se inicia com a madrugada alegre, com luzes, e termina com o sol que se põe, triste, final de luzes e cores que se vão. Preparamos com carinho e alegria, a chegada de quem amamos. É preciso preparar também, com carinho e tristeza, a despedida de quem amamos”.

(Rubens Alves)

          Mas, dificilmente nos preparamos para as partidas.

          Vamos vivendo o dia-a-dia, com as pessoas ao nosso redor, acostumando-nos com a rotina, sem enxergar a beleza e a cumplicidade que se estabelece entre os seres queridos.

          Na maioria das vezes, somente a separação ou a perda nos sinalizam o quanto essas pessoas nos eram importantes, o quanto elas nos inspiravam segurança, carinho, amor. Ou, pelo contrário, o quanto nos permitimos ser dependentes e submissos a elas, por comodidade, ou por outros motivos.

          Essas perdas, principalmente na maturidade, podem nos trazer muitas desacomodações, depressão e mudanças no estilo de vida que não queremos para nós, como morar com algum parente, ficar sozinha, ou estabelecer uma transferência de dependência para com os filhos.

          Tudo dependerá de como você costuma reagir frente às vicissitudes da vida: enfrenta-as ou se acovarda, deixando que os outros continuem a resolver por você?

          Para viver sem sofrimento é preciso se preparar para as partidas: aprender a desapegar-se.

          Acumulamos muitos apegos no percurso de nossas vidas, tanto material como emocionalmente, e na maneira de pensarmos e agirmos. Somos condicionados pela família, pela cultura em que estamos inseridos, pela religião que praticamos, pela educação que recebemos. Esses valores vão se enraizando em nós e nem temos consciência de muitos deles.

          É nos observando que vamos tendo consciência de como somos realmente. E vamos aprendendo a soltar algumas amarras. Isso é um treino que nos trará grandes benefícios para enfrentarmos momentos dificílimos, tal como a perda de entes queridos.

          Não há como segurar a vida. Ela flue, ela tem seu ritmo, hora devagar, hora acelerado, criando sempre inúmeras possibilidades para aprendermos nos desapegar, principalmente da forma em que fomos condicionados a pensar.

          No luto, quando a dor se acalmar, essas perdas de entes queridos podem ser um grande impulso para nosso autoconhecimento e, inclusive, despertar a coragem de sermos nós mesmos, descobrirmos nossa capacidade de resiliência.

          Tudo dependerá da nossa reação frente a isso e de nossos olhos.

          Não bastará abrirmos as janelas para ver as ruas, as casas, as árvores, os jardins ….Não é bastante não sermos cegos para ver tudo isso.

          Quando nossos olhos deixarem de se fixar somente no passado, no saudosismo, em uma visão que já passou e não existe mais, e conseguirmos olhar o minuto presente, único, efêmero, constataremos que as ruas, as casas, os jardins continuam os mesmos e nada foi acrescentado, e no entanto, tudo está diferente, pois mudou o nosso olhar. Chegaremos a sentir a brisa, ou o calor intenso do dia, ficaremos fascinados com o anoitecer, com as primeiras estrelas surgindo no céu. Portanto, tudo mudou.

          “A saudade nos faz relembrar vivamente fatos marcantes, inesquecíveis, gratificantes e também as pessoas queridas que perdemos”. (A. Monteverde). Tudo isso é nossa vida, e faz parte da nossa existência. Mas o saudosismo é ficar presa somente ao passado, a uma única possibilidade que já foi, e nos aprisiona a velhos paradigmas.

          Vamos aprender o desapego antes das perdas, para que compreendamos as partidas, como algo inerente à vida: nascer, crescer, desenvolver e morrer. E agradecermos por temos compartilhado uma existência.

          Sempre teremos em nossos corações as pessoas queridas que já não convivem conosco. E vamos redirecionar o leme das nossas vida, pois viver feliz é a melhor opção.

“Vai, portanto, come a tua comida e alegra-te com ela,

bebe o teu vinho com um coração feliz.

Veste-te sempre de branco

e que não falte óleo perfumado nos teus cabelos.

Goza a vida com quem amas todos os dias da tua vida…

Pois Deus já aceitou o que fizeste …

(Eclesiastes, 9.7)

                                                                                                                        


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Maturidade e a quebra do espelho

Espelho_Maturidade          Maturidade é uma fase de grandes mudanças físicas, hormonais, sexuais, emocionais e que podem implodir numa crise psicológica, a famosa quebra do espelho.

Nascemos, crescemos, e, em diferentes momentos da vida, passamos por rituais que nos apontam que já não somos crianças, somos adolescentes. Corpo e sensações diferentes, desequilíbrios emocionais, primeiras paixões. Quando olhamos no espelho, vemos na maioria das vezes, um corpo desengonçado, espinhas no rosto, mas sabemos que temos pela frente um bom tempo para que fiquemos com nossos corpos mais bem definidos, embelezados.

E chega a fase adulta, quando iniciamos nosso trabalho profissional, escolhemos parceiros amorosos, optamos por filhos, e passamos anos nesse vendaval para que a vida nos carrega. Muitas vezes, esquecemos de nós, das nossas necessidades, desejos, e seguimos o caminho da normose que a sociedade acha que é satisfatório, adequado para termos sucesso e “sermos felizes”.

De repente, olhamos no espelho e não nos reconhecemos. Quem é essa pessoa refletida aí, com cabelos esbranquiçados e sinais de rugas; um pouco desleixada, com uns quilinhos a mais? O que está fazendo na minha casa?

Os anos passaram muito rápido e nós nem notamos.

O espelho está refletindo nossa imagem, no início da maturidade. Essa quebra de espelho é dolorida, pois dilui a imagem interna que tínhamos de nós. Sabemos que daí para frente o nosso corpo e o nosso ritmo serão diferentes. E então, pode advir uma crise psicológica, onde não queremos aceitar o caminho inexorável do envelhecimento.

Essa quebra do espelho é um momento existencial muito importante para mudarmos nossas vidas e termos um reencontro com nós mesmos. Aprender a fazer novas escolhas, aquelas que realmente queremos, para saborearmos a vida como até então não fizemos. Correr menos atrás do sucesso, da pseudofelicidade e irmos em direção ao nosso autoconhecimento, aos novos sonhos e à nossa verdadeira felicidade.