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Tudo sobre Maturidade, por Mariúza Pelloso Lima


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Projeto Leituras: MALALA – A menina que queria ir para a escola

Malala_Maturidade

 

A menina que queria ir para a escola

(Adriana Carranca)

          É uma leitura para ser lida por pré-adolescentes ou contada pela vovó para seus netinhos, um pouquinho de cada vez, para que eles possam sonhar junto com a Malala, e sentir, valorizar a escrita e a educação de valores tão nobres, mas menosprezados atualmente, por alguns jovens estudantes e adultos.

          Essa leitura é um forte estímulo para acionarmos as forças internas das pessoas e acreditar que podemos deixar o mundo bem melhor, resgatando nossos desejos de paz e harmonia entre os povos.

          Assim era Malala.

          “Era uma vez uma menina chamada Malala….

          Malala quase perdeu a vida por querer ir a escola. Nasceu no Paquistão e cresceu entre os corredores da escola de seu pai, até que sua cidade foi invadida e passou a ser controlada por um grupo extremista chamado Talibã. Tinha, então, 10 anos.

          Determinaram que somente os meninos podiam estudar e baniram tudo que se referisse às mulheres: estudo, dança, etc.

          Malala foi ensinada desde pequena a defender aquilo em que acreditava e lutou pelo direito de continuar estudando, chegando a sofrer, em 2012, um atentado a tiro.

          Ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz por fazer das palavras sua arma.”

          A jornalista Adriana Carranca visitou o Vale onde morava Malala na ocasião do atentado, e conseguiu aprender tudo o que viu por lá, nascendo esse livro.

         É uma leitura muito interessante e nos mostra como uma menina e um sonho podem mudar o mundo!

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Chantagem emocional – Faz de conta perigoso

Chantagem_Emocional_Maturidade          Quantas vezes nos percebemos chantageando emocionalmente as pessoas com as quais convivemos? Será que temos consciência desses atos, desse “padrão”que usamos para mantê-las perto de nós, controlando-as?

          “Filho, não faça isso que a mamãe não gosta”… Para a netinha: “não aja assim que a vovó(o) fica triste e não vem mais na sua casa”…

          São chantagens que coibem as pessoas de se exprimirem como são verdadeiramente, de não conseguirem colocar seus sentimentos reais na situação vivida. Aprendem a usar máscaras desde cedo, a sorrir quando têm vontade de chorar. Aprendem que para ser amado é preciso ser submisso, a ceder para quem se ama. Aprendem a ser dependentes emocionalmente.

          O efeito dessas chantagens é devastador para os chantageados, pois se não têm consciência desse processo, passam a repetir esse padrão comportamental nos seus relacionamentos.

          Será que não é mais sadio explicar objetivamente para a pessoa porque não quer que ela faça algo, do que chantageá-la?

          Reprimir os sentimentos por medo da perda de pessoas queridas (pais, avós, namorados, maridos, esposas) enfraquece a pessoa, dificulta seu autoconhecimento e muda o rumo das suas decisões. E com o tempo, pode “adoecer”, somatizar no seu corpo essa repressão dolorosa como um mecanismo de defesa.

          Aprendemos a receber e a doar amor.

          Quebrar esse modelo de chantagem emocional é possível. É preciso querer, desejar mudar sua maneira de relacionar-se, de amar e ser amado.

          Nas palavras de Roberto Crema*, podemos encontrar um caminho para a mudança pretendida: sair da chantagem emocional para o amor verdadeiro, respeitando-se e também a individualidade do outro, amando-se e amando-o tal como ele é, sem receio, e sempre aprendendo a amar.

 

“Mudar o mundo, é mudar o olhar.

Do olhar que estreita e subtrae, para o olhar que amplia e engrandece.

Do olhar que julga e condena para o olhar que compreende e perdoa.

Do olhar que teme e se esquiva, para o olhar que confia e atreve.

Do olhar que separa e exclui, para o olhar que acolhe e religa”.

 

*Roberto Crema – Psicólogo e Antropólogo