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Tudo sobre Maturidade, por Mariúza Pelloso Lima


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Projeto leituras: O Pai-Nosso e os CHAKRAS

O Pai Nosso e os Chacras Maturidade

O Pai-Nosso e os CHAKRAS

Celina Fioravanti

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          Esse livro nos mostra os Chakras como vórtices de energia por onde fluem todas as formas de vibrações com as quais um ser humano tem contato.

          Descreve os chakras uma a um, mostrando como perceber as disfunções presentes, assim como prevenir futuros distúrbios energéticos.

          O que mais me chamou a atenção na leitura desse livro, foi que a autora nos dá indicações de como restabelecer a correta recepção das vibrações, equilibrando cada chakra por meio de preces, cores, sons e florais de Bach. Uma combinação maravilhosa, que nos ensina de maneira tão simples e eficiente.

          E apresenta a oração do Pai-Nosso, cuja composição é de um conhecimento espiritual muito profundo e milenar, como o principal recurso terapêutico usado para equilibrar os chakras.

          Nos faz um alerta importante: a atenção no controle das nossas atitudes, pensamentos e palavras cada vez que restabelecemos os fluxos de energia, para se conseguir fixar os resultados, como um tempo de convalescença, senão os chakras são lesados novamente por novas energias negativas.

“Uma oração agradece, invoca, pede, reconhece, suplica, louva. E todas as formas de prece

permitem transcender o limite das palavras para entrar na essência real da fé.”

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Projeto Leituras – Foco – Daniel Goleman

Foco-A-Atenção-e-Seu-Papel-Fundamental-para-o-Sucesso_Maturidade

 

 

FOCO – A atenção e seu papel fundamental para o sucesso

Daniel Goleman – Editora Objetiva, 2014

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          Combinando pesquisa de ponta e descobertas práticas, Daniel Goleman aponta nesse livro porque a base do sucesso em todas as áreas da vida é devido a capacidade de ter FOCO.

          Nessa era de distrações intermináveis, Goleman argumenta que precisamos aprimorar nosso foco se quisermos prosperar e termos bons relacionamentos, no mundo complexo em que vivemos.

          Para que obtenhamos bons resultados, precisamos de três tipos de focos: o foco interno (que nos põe em sintonia com nossas intuições), o foco no outro (que facilita nossas ligações com as pessoas das nossas vidas) e o foco externo ( que nos ajuda a navegar pelo mundo que nos rodeia).

          O modo como aplicamos nossa atenção determina o que vemos: “o seu foco é a sua realidade”.

          Atualmente a tecnologia (iPhones, tablets) captura a nossa atenção e interrompe as nossas conexões. As pessoas ignoram completamente o que está acontecendo ao redor e não fazem idéia de como interagir com alguém durante qualquer período de tempo. Hoje isso é norma!!!

          As crianças de hoje estão crescendo numa nova realidade, na qual estão conectados mais a máquinas e menos a pessoas de uma maneira que jamais aconteceu antes na história da humanidade. Menos horas passadas com gente – e mais horas olhando fixamente para uma tela digitalizada – são prenúncios de déficits: de habilidades emocionais, sociais e cognitivas essenciais.

          Goleman cita muitos exemplos do nosso empobrecimento da atenção, como a incapacidade de resistir a conferir o e-mail ou o Facebook em vez de nos focarmos na pessoa que está conversando conosco.

          Também mostra que não é a conversa das pessoas ao nosso redor que tem mais poder de nos distrair, mas a conversa da nossa própria mente. A concentração absoluta exige que essas vozes internas se calem.

          Daniel cita um exemplo de um advogado, que passava noites em claro, deitado acordado na cama, espumando, enquanto revisada suas estratégias jurídicas. Durante suas férias, conheceu uma mulher que dava aulas de meditação e pediu que ela o ensinasse. Para sua surpresa, ela começou dando a ele algumas uvas-passas. Guiou-o pelos passos de comer uma das passas lentamente, com foco total, saboreando a riqueza de cada momento daquele processo: as sensações de quando ele a levou até a boca e mastigou, a explosão de sabores ao mordê-la, os sons do ato de comer. Ele submergiu na completude de seus sentidos. Com a orientação dela, ele foi liberando todo e qualquer pensamento que passasse por sua mente, para o fluxo natural de sua respiração.

          Quando voltamos essa atenção completa para os nossos sentidos, o cérebro silencia sua conversa-padrão. E nos tira do estresse, trazendo calma e paz!

          O nosso foco está continuamente lutando contra distrações, tanto internas quanto externas. A questão é: o que as nossas distrações estão nos custando?    


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Projeto Leituras: MALALA – A menina que queria ir para a escola

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A menina que queria ir para a escola

(Adriana Carranca)

          É uma leitura para ser lida por pré-adolescentes ou contada pela vovó para seus netinhos, um pouquinho de cada vez, para que eles possam sonhar junto com a Malala, e sentir, valorizar a escrita e a educação de valores tão nobres, mas menosprezados atualmente, por alguns jovens estudantes e adultos.

          Essa leitura é um forte estímulo para acionarmos as forças internas das pessoas e acreditar que podemos deixar o mundo bem melhor, resgatando nossos desejos de paz e harmonia entre os povos.

          Assim era Malala.

          “Era uma vez uma menina chamada Malala….

          Malala quase perdeu a vida por querer ir a escola. Nasceu no Paquistão e cresceu entre os corredores da escola de seu pai, até que sua cidade foi invadida e passou a ser controlada por um grupo extremista chamado Talibã. Tinha, então, 10 anos.

          Determinaram que somente os meninos podiam estudar e baniram tudo que se referisse às mulheres: estudo, dança, etc.

          Malala foi ensinada desde pequena a defender aquilo em que acreditava e lutou pelo direito de continuar estudando, chegando a sofrer, em 2012, um atentado a tiro.

          Ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz por fazer das palavras sua arma.”

          A jornalista Adriana Carranca visitou o Vale onde morava Malala na ocasião do atentado, e conseguiu aprender tudo o que viu por lá, nascendo esse livro.

         É uma leitura muito interessante e nos mostra como uma menina e um sonho podem mudar o mundo!


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Projeto Leituras: Você tem fome de quê?

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Apreciação do livro: Você tem fome de quê?

Autor: Deepak Chopra

“Conservar o peso ideal é um sinal físico de equilíbrio emocional.

Sentir-se contente e satisfeito demonstra que a mente e as

Emoções entraram em harmonia.”

           Deepak Chopra, médico holístico, praticante das medicinas ocidental e ayurvédica, nos presenteia, nesse livro, com conhecimentos acerca da interação do nosso corpo-mente-emoções no ato de comer.

          Ele chama a nossa atenção para a necessidade de uma consciência mais profunda das razões pelas quais comemos demais.O autor repudia as dietas radicais e todas as formas de privação e afirma que é preciso tratar da causa real do excesso de peso, ou seja a necessidade de se satisfazer.

          O nosso corpo, segundo Chopra, é o registro físico da história que vivemos até o momento. Cada quilo representa a escolha de uma certa maneira de comer, e cada mordida recebeu a silenciosa influência de um conjunto de hábitos, uma lista de coisas de que gostamos ou não gostamos, e de maneiras de comer de outras pessoas ao redor.

          Se não estamos felizes com nosso peso, esses quilinhos a mais provavelmente representam algumas vivências infelizes: momentos de frustração, altos níveis de estresse, ansiedade no trabalho ou num relacionamento.

          Se o nosso corpo representa nossa história até o presente, a forma mais natural de mudar o corpo é mudando essa história.

         “O acúmulo de toxinas no sistema corpo-mente leva ao ganho de peso descontrolado, acelerando o envelhecimento e prejudicando as funções físicas. Eliminar toxinas desperta a capacidade de renovação, assim retomamos um equilíbrio natural. As toxinas precisam ser eliminadas do corpo, da mente e da alma.”

          A solução é nos alimentarmos com atenção plena: perceber o que estamos fazendo, pensando e sentindo.Chopra nos indica 12 maneiras de comer com atenção plena.

          Quando somos conscientes, temos controle sobre os nossos impulsos. Nosso cérebro faz as intenções e os sonhos se tornarem realidade. Tomamos decisões racionais que nos dão o poder de moldar nosso futuro.

          Após a leitura desse livro, você saberá responder, com toda certeza, fome de quê você tem?


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Jardim de Inverno – Escolhas na vida!

Jardim de inverno Maturidade

Jardim de inverno

Kristin Hannah

 

          “Nós, mulheres, fazemos escolhas pelos outros, não por nós mesmas. E quando somos mães, nós suportamos o que for preciso por nossos filhos”.

          “Eu cometi o erro de viver para outras pessoas…e hoje elas estão tão ocupadas com suas próprias vidas que mal me telefonam…”

          “Eu tenho 81 anos e estou contando a história da minha vida para minhas filhas. Todo ano, eu pensava que era tarde demais para começar, que havia esperado demais. Mas agora, Nina não aceita um não como resposta”.

          “Não espere nunca. Olhe para mim. Eu sou o que o medo faz com uma mulher. Você quer terminar como eu?”

          ” Quando havia parado de falar com ele sobre nossos sonhos? E por quê? “

          O livro retrata a história de duas irmãs, suas escolhas no percurso da vida e a dificuldade de relacionamento com a mãe. O pai, na hora da morte, insiste para que suas filhas conheçam sua mãe, pedindo que ela conte a história da camponesa e do príncipe, mas a história inteira.

          A verdade é que Anya, a mãe, teve um motivo muito forte para ser assim, envolvendo sua vida na gelada Leningrado da Segunda Guerra e o frio do Alasca.

          Ria e chore com a história de mãe e filhas que se descobrem no último momento.

          Boa leitura!!!