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Tudo sobre Maturidade, por Mariúza Pelloso Lima


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Projeto Leituras: O Médico Jesus


O medico Jesus Maturidade 

O Médico Jesus

José Carlos De Lucca

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Você é seu remédio

“Viver sem amor, compaixão ou qualquer outro valor espiritual cria um estado de desequilíbrio tão grave que todas as células anseiam por corrigi-lo. Em última análise, é isso que existe por trás do início da doença.”

Dr. Deepak Chopra

          É um livro escrito em linguagem simples e envolvente, com ensinamentos do Dr. Bezerra de Menezes, psicografados por Dr. José Carlos De Lucca.

          Inclui muitos estudos da Medicina Psicossomática, demonstrando como os sentimentos e emoções em desequilíbrio nos causam doenças e como nosso comportamento diante das doenças pode retardar o processo de cura.

“Cada página um remédio, cada lição uma cirurgia interior realizada com o bisturi do amor”.

          Em cada capítulo entenderemos que :

  • a dor e o sofrimento nos remetem à busca da cura do corpo e da alma;
  • que o verdadeiro perdão nos liberta;
  • que a caridade nos afasta da depressão e da apatia;
  • que a paz e a serenidade são conquistas do dia-a-dia, alcançadas com a prática da paciência, da alteridade e da compreensão;
  • e que a alegria e o sorriso fazem parte da nossa cura.

          Nos mostra que a doença de agora foi construída ao longo de muito tempo. Portanto, a cura também precisa de tempo para se estabelecer, e esse tempo é mais ou menos proporcional à assimilação das lições que a enfermidade nos trouxe.

          Paciência é remédio!

“Aceite total e completamente o que acontecer a você para que possa apreciar e aprender, e depois relaxar”. (Deepak Chopra)

          Um trecho da Oração a Jesus:

“Querido Mestre, ampara-me para que jamais me falte esperança na cura e a paciência para suportar as dores do momento.

Divino Terapeuta, ajuda-me a não me sentir um pobre coitado e não me inclinar à autopiedade, pois isso seria o que de pior poderia me acontecer.

Sustenta-me para que, sem desprezar a ajuda dos médicos da Terra, eu encontre em mim os canais da cura, pois se fui capaz de criar minhas doenças, tenho também todas as condições de recuperar a saúde….”

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Ancestralidade – Como ela se manifesta? Como ela age em nossas vidas?

Ancestralidade_Maturidade          Participar do estudo sobre ancestralidade nos dias 20 e 21 de fevereiro desse ano, e conhecer o olhar da Psicologia Transpessoal sobre esse assunto, enriqueceu muito a minha vida e meu trabalho terapêutico.

          Há tempos estava motivada e interessada em conhecer  a influência dos nossos antepassados sobre nós. E finalmente, chegou a oportunidade e pude usufruí-la plenamente.

          Ter chance de olhar a nossa história cultural, racial, biológica, e redirecioná-la, nos ajuda no processo de transformação da nossa vivência no presente.

          Ancestralidade é tudo o que nos antecedeu, que está no passado, nossos antepassados.

          Biológica e geneticamente, a nossa sobrevivência física se deve aos fatores saudáveis que permitiram a descendência familiar. Isso não exclui estar vivendo atualmente, dificuldades, desafios, sofrimentos intensos em muitas situações na vida e que podem ter raízes na ancestralidade, por meio de repetições de padrões de comportamentos.

          A nossa existência física no dia de hoje só foi possível graças aos esforços destas pessoas que nos antecederam em nossa linhagem biológica, mesmo que nesse percurso, tiveram inúmeras ações equivocadas, inadequadas.

          Com técnicas e dinâmicas transpessoais é possível conhecer nossa ancestralidade e isso nos traz  consciência do padrão que estamos privilegiando, ou seja, que energia dos antepassados estamos alimentando em nossa vida presente. Muitas vezes, é necessário desativar algumas dessas forças dos nossos ancestrais.

          Temos, portanto, um grande legado de ancestralidade que de certa forma nos influencia em sermos quem somos, e a escolha que fazemos; padrões que utilizamos que dificultam nossa vida, nossos relacionamentos , nossa atuação profissional. Escolhas estas que irão da mesma forma exercer influência em nossos descendentes, por algumas gerações.

          Daí a importância de conhecer nossa ancestralidade: que qualidades nossos antepassados nos legaram? que hábitos? quais as doenças que persistem em nossas famílias? Por exemplo, se temos imigrantes europeus na nossa linhagem, de que país vieram? quais eram os seus costumes e se ainda existem ma sua atual família? se vieram refugiados, na pós-guerra? o medo ou a ousadia que trouxeram de tudo isso, terão influência em nós e nos nossos descendentes.

          Segundo a Abordagem Integrativa Transpessoal há vários tipos de ancestrais que nos influenciam:

Genéticos, biológicos

Espirituais

De indivíduos adotados

Étnicos ou raciais

Históricos

Míticos

Cósmicos e planetários

          A Psicologia Transpessoal, nos aponta que estamos em constante metamorfose, e que a energia é atemporal na ancestralidade: através de mim, da minha atuação e abertura para a ancestralidade, conhecendo-a, trabalhando com ela, para eliminar alguns padrões, ou fortalecer outras qualidades, curamos os nossos descendentes e os antecedentes. Daí a importância da terapia transpessoal com a ancestralidade, quando se faz necessário.

          Pelo estudo da ancestralidade, e conhecendo melhor nossos antepassados, aprendemos que nós temos de reverenciar a vida recebida, honrando nossos antepassados e a importância de se trabalhar na transformação do que foi disfuncional, para que nossos descendentes tenham um legado melhor.

          E na Terapia Transpessoal temos possibilidades de ajudar nesse processo de cura.


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1º Encontro de Aprofundamento em Quirofonética – São Paulo

Livro_Quirofonetica_Maturidade          O 1º Encontro de Aprofundamento em Quirofonética foi realizado em São Paulo, na Clínica Tobias, nos dias 28 e 29 de janeiro e ministrado por Dr. Mauro Menuzzi, médico antroposófico, residente em Portugal.

          Foram novos conhecimentos trazidos da Áustria, onde nasceu essa Terapia Antroposófica, idealizada por Alfred Bauer, que vão nos auxiliar na atuação da Quirofonética, de maneira curativa no organismo humano.

          Relembremos que a Quirofonética é uma terapia metafísica que busca o ser curador dos fonemas (vogais e consoantes). A pessoa sente e acolhe os fonemas não só de maneira auditiva, mas também cinestésica, pelo deslizamento dos fonemas nas costas, pernas e braços.

          No Encontro, conhecemos fonemas indicados para tiques nervosos, alergias, problemas digestivos e renais, obesidade, pensamentos confusos e outros mais, compreendendo o significado desses problemas e o caminho da cura pelos fonemas.

          O ponto culminante para mim, foi o estudo das Forças Terapêuticas dos Quadros das Madonas. Rudolf Steiner, apresentou esta série de quadros em Munique, em 1911, para ser utilizada por pacientes, principalmente nos casos de doenças anímicas, ou seja, doenças da alma. Ele indica que vejamos essas figuras antes de adormecer, para nos auxiliar na elevação do corpo etérico.

          Trabalhamos terapeuticamente no Encontro, com o quadro número 9 – “Madona Tempi”, de 1508, pintado por Rafael Sanzio.

Madona_Tempi_Maturidade

          Nessa proposta terapêutica, os fonemas utilizados são de redenção: livram os “pecados”, no sentido de que quando rogamos algo a Virgem é porque queremos nascer de novo – AGORA!

          O fonema essencial da Virgem é o B: nele se tem a concentração de toda matéria cósmica no ponto mais puro que existe. É como se voltássemos no útero da Mãe, e renascêssemos de novo.

          É indicado para pessoas que sofreram abusos morais, principalmente, ou sexuais, dificuldade nos seus relacionamentos afetivos, profissionais, familiares. Carregam mágoas, ressentimentos, culpas e querem ser perdoadas – abençoadas. Rogam a Virgem para recuperar a memória como um ser divino, puro.

          Desde então, tenho utilizado com alguns pacientes, as forças terapêuticas da quirofonética, com o quadro número 9 da Madona, e o efeito tem sido surpreendente! Os pacientes sentem que algo muito profundo mudou e iniciam uma nova jornada como quem acabou de nascer, revitalizado, amado, puro.

          Forças amorosas, acolhedoras, internas emergem e a pessoa sente a leveza da vida, percebe sua capacidade para lidar com os desafios que se apresentam no dia a dia. Resgata o seu poder de amar e amar-se!

          A Terapia Antroposófica – Quirofonética é ainda pouco conhecida no Brasil, e sua manifestação curativa é profunda, muito útil nos tempos atuais, para diversas problemáticas que enfrentamos: stress, depressão, dificuldades de relacionamentos, dificuldade de ouvir a si mesmo e aos outros…


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A cura por meio da escrita

Escrever_Diario_Maturidade          Escrever sobre experiências traumáticas pode ajudar as pessoas a refletirem sobre si e sobre as situações, possibilitando a superação de dores físicas, emocionais ou psicológicas.

          Ao registrar eventos sob os quais nem sempre se consegue falar, é possível colocar os fatos em ordem cronológica e estabelecer nexos, como também ajudar as pessoas a descreverem detalhes de experiências negativas, a explicitarem sentimentos, tudo isso favorecendo a organização psíquica.

          Na escrita terapêutica, o objetivo é ajudar as pessoas a compreenderem melhor as questões que as inquietam, a aproximarem-se dos sintomas e da dor psíquica de forma protegida, traduzindo emoções em palavras.

          A técnica da escrita também é muito interessante para qualquer pessoa, independente do uso terapêutico em clínicas, pois o registro periódico de vivências favorece a cognição e o entendimento das experiências.

          Na maturidade, com as inúmeras mudanças físicas, hormonais, emocionais, sociais, familiares a que homens e mulheres são acometidos, o exercício da escrita alivia as tensões  e, principalmente, permite a reelaboração dos fatos e a reflexão, ampliando a compreensão e facilitando os relacionamentos.

          Como usar a técnica da escrita para cura?

1.     Durante alguns dias, a pessoa deverá escrever todos os dias, por uns 15 minutos, pensamentos suscitados por experiências traumáticas, ou pensamentos perturbadores de situações que a afligem, seja a perda de um ente querido, dificuldade de aceitação de mudanças, de doenças, inadequações no emprego, relacionamentos tumultuados, etc.

2.     Não deverá se preocupar com a qualidade do texto, tampouco com a ortografia, a gramática ou a estrutura do período. O importante é escrever tudo que incomoda, com a intensidade das emoções que emergirem.

3.     Uma vez iniciada a escrita, deverá prosseguir por uns dias, sem se deter.

          Depois de um tempo, a pessoa verificará que as emoções diminuem ou se modificam.

          Por que funciona?

          É muito difícil encontrar uma única explicação para um fenômeno tão complexo. Porém, especialistas reconhecem a mudança que a escrita é capaz de provocar na percepção de si.

          É um exercício mental que ajuda nas relações com os outros e consigo mesmo, ativando habilidades sociais, e maior facilidade para se expressar afetivamente. Isso porque houve um esvaziamento de emoções tumultuadas, como a raiva, a mágoa, a tristeza. Esses espaços começam a ser preenchidos com outra visão: de tolerância, de compreensão, de calma, etc.

          Essa técnica foi utilizada com pessoas que sofriam de asma, artrite reumática que, depois de quatro meses em uso, manifestaram uma nítida melhora nos sintomas: redução da dor e aumento da mobilidade, no caso da artrite reumática, e um incremento da capacidade pulmonar, no caso dos asmáticos. Uma possível explicação é o efeito da escrita sobre o sistema imunológico.

          Foi utilizada em diferentes situações e mostrou-se eficaz.

          Tive a oportunidade de sugeri-la a uma amiga que, na época, fazia quimioterapia por lutar contra um câncer de mama. Aconselhei-a a fazer o registro de sua revolta, sua dores, seus medos. Isso permitiu que as sensações e pensamentos negativos saíssem do seu corpo e no lugar deles, posteriormente, entrassem paz, amor dos amigos, aceitação e esperança de algo que poderia ser modificado e ela, felizmente, curou-se. O tratamento foi muito mais eficaz.

          A escrita para curar é uma técnica tão simples e à medida que colocamos no papel os desejos, as necessidades e as emoções, tudo se torna mais claro para compreendermos  e redirecionarmos nossas expectativas, nossas metas, nossos sonhos e sermos mais saudáveis e felizes.

          Vamos voltar a escrever o “velho diário”?

          Vamos tentar?