Estamos oferecendo esse curso para que você conheça novas ferramentas para estimular seu cérebro e para introduzi-las no seu dia a dia. Isso ativará sua memória e o ajudará a ter muito mais foco!!
INOVAR e EXPLORAR serão as palavras-chaves desse curso.
“Sempre me senti maravilhado diante da perspectiva de um novo dia, de uma nova chance, de um recomeço, com talvez um pouco de magia à minha espera em algum lugar, escondida atrás da manhã”.
J.B. Priestley
A inteligência é um produto de uma operação mental e permite a pessoa resolver problemas, e até mesmo, criar produtos que tenham valor específico dentro de uma cultura que nos envolve.
A inteligência não é um elemento neurológico isolado, independente do ambiente. Fora da coletividade, desprovida do ambiente , a pessoa não pensaria. Portanto, sem sua língua, sua herança cultural, sua ideologia, sua crença, sua escrita, seus métodos intelectuais e outros meios do ambiente, a pessoa não seria inteligente.
Com o extraordinário avanço da neurociência, o estudo da inteligência humana está passível de muitas transformações. Mesmo assim, é possível afirmar com segurança, que a inteligência de um indivíduo é produto de uma carga genética e que alguns detalhes da inteligência podem ser alterados com estímulos significativos em momentos cruciais do desenvolvimento humano.
Na verdade, não existe uma “inteligência geral”, que aumenta ou estaciona, mas um elenco múltiplo de aspectos da inteligência, e alguns muito mais sensíveis à modificação por meio de estímulos adequados do que outros.
Pesquisas recentes em neurobiologia sugerem a presença de áreas no cérebro humano que correspondem a uma forma específica de competência e de processamento de informações. Embora seja uma tarefa difícil dizer claramente quais são essas áreas, cada uma delas expressa uma forma diferente de inteligência.
Howard Gardner , em 1983 publicou nas suas pesquisas as oito áreas do cérebro humano onde se abrigariam as inteligências múltiplas: lingüística-verbal, a lógico-matemática, a espacial, a musical, a cinestésica corporal, a naturalista, a interpessoal e a intrapessoal.
As inteligências múltiplas se desenvolvem de maneira desigual em cada hemisfério cerebral. “As janelas de oportunidades” , como chamam os neurobiológicos, são os melhores períodos para o desenvolvimento de cada inteligência, mas o fechamento dessas janelas não representa que não possamos aprender mais após esse período. Não há impedimento da aprendizagem, desde que as inteligências sejam estimuladas. O que pode ocorrer é que determinadas aprendizagens tornam-se um pouco mais difíceis.
Quanto ao envelhecimento da inteligência, é uma questão difícil de se responder. O envelhecimento não ocorre com todas as inteligências ao mesmo tempo, e também não ocorre com a mesma intensidade nos dois hemisférios cerebrais. Ocorre muito mais por falta de estímulos – por falta de ginástica – do que por razões biológicas.
A motivação para aprender e se cercar de desafios mais estimulantes é o que facilita ou dificulta a aprendizagem até o final da vida.
Julianne Moore, interpreta uma mulher de 50 anos, que se vê acometida pela doença de Alzheimer precocemente. Neurolinguista, com uma carreira brilhante, percebe que algo estranho está lhe acontecendo, pois começa a ter lapsos de memória nas aulas que ministra na universidade; e também, quando ela não consegue se lembrar aonde está correndo, se exercitando no campus da universidade. Procura um neurologista e após alguns exames recebe o diagnóstica de Alzheimer genético, muito raro.
Usa seu celular como uma ferramenta para estimular seu cérebro, para evitar o declínio cognitivo rápido e ao mesmo tempo para se observar, verificar o desenrolar de sua doença, até que se esquece onde o colocou.
Astutamente, planeja sua morte pelo notebook, dando a si mesma, orientações para serem executadas quando não mais tiver lucidez suficiente para compreendê-las.
O que faz uma pessoa tão inteligente, programar sua morte, como nesse caso?
Medo, pavor do que virá-a-ser? Receio de ficar totalmente dependente de outrem? Receio de atrapalhar a vida da família?
Na trama do filme, podemos ver a Alice como vítima e como espectadora de si mesma, ambas impotentes frente a doença. Aos poucos, vemos a dissolução de quem era Alice e seu desaparecimento como pessoa atuante. Resta sua história.
Muito merecido o Oscar pela interpretação de Julianne Moore.
Lindo filme, pois nos mostra que a Vida é para ser vivida plenamente, pois não temos como controlar algo que já foi determinado geneticamente. Ainda não!
Participar do estudo sobre ancestralidade nos dias 20 e 21 de fevereiro desse ano, e conhecer o olhar da Psicologia Transpessoal sobre esse assunto, enriqueceu muito a minha vida e meu trabalho terapêutico.
Há tempos estava motivada e interessada em conhecer a influência dos nossos antepassados sobre nós. E finalmente, chegou a oportunidade e pude usufruí-la plenamente.
Ter chance de olhar a nossa história cultural, racial, biológica, e redirecioná-la, nos ajuda no processo de transformação da nossa vivência no presente.
Ancestralidade é tudo o que nos antecedeu, que está no passado, nossos antepassados.
Biológica e geneticamente, a nossa sobrevivência física se deve aos fatores saudáveis que permitiram a descendência familiar. Isso não exclui estar vivendo atualmente, dificuldades, desafios, sofrimentos intensos em muitas situações na vida e que podem ter raízes na ancestralidade, por meio de repetições de padrões de comportamentos.
A nossa existência física no dia de hoje só foi possível graças aos esforços destas pessoas que nos antecederam em nossa linhagem biológica, mesmo que nesse percurso, tiveram inúmeras ações equivocadas, inadequadas.
Com técnicas e dinâmicas transpessoais é possível conhecer nossa ancestralidade e isso nos traz consciência do padrão que estamos privilegiando, ou seja, que energia dos antepassados estamos alimentando em nossa vida presente. Muitas vezes, é necessário desativar algumas dessas forças dos nossos ancestrais.
Temos, portanto, um grande legado de ancestralidade que de certa forma nos influencia em sermos quem somos, e a escolha que fazemos; padrões que utilizamos que dificultam nossa vida, nossos relacionamentos , nossa atuação profissional. Escolhas estas que irão da mesma forma exercer influência em nossos descendentes, por algumas gerações.
Daí a importância de conhecer nossa ancestralidade: que qualidades nossos antepassados nos legaram? que hábitos? quais as doenças que persistem em nossas famílias? Por exemplo, se temos imigrantes europeus na nossa linhagem, de que país vieram? quais eram os seus costumes e se ainda existem ma sua atual família? se vieram refugiados, na pós-guerra? o medo ou a ousadia que trouxeram de tudo isso, terão influência em nós e nos nossos descendentes.
Segundo a Abordagem Integrativa Transpessoal há vários tipos de ancestrais que nos influenciam:
Genéticos, biológicos
Espirituais
De indivíduos adotados
Étnicos ou raciais
Históricos
Míticos
Cósmicos e planetários
A Psicologia Transpessoal, nos aponta que estamos em constante metamorfose, e que a energia é atemporal na ancestralidade: através de mim, da minha atuação e abertura para a ancestralidade, conhecendo-a, trabalhando com ela, para eliminar alguns padrões, ou fortalecer outras qualidades, curamos os nossos descendentes e os antecedentes. Daí a importância da terapia transpessoal com a ancestralidade, quando se faz necessário.
Pelo estudo da ancestralidade, e conhecendo melhor nossos antepassados, aprendemos que nós temos de reverenciar a vida recebida, honrando nossos antepassados e a importância de se trabalhar na transformação do que foi disfuncional, para que nossos descendentes tenham um legado melhor.
E na Terapia Transpessoal temos possibilidades de ajudar nesse processo de cura.
O 1º Encontro de Aprofundamento em Quirofonética foi realizado em São Paulo, na Clínica Tobias, nos dias 28 e 29 de janeiro e ministrado por Dr. Mauro Menuzzi, médico antroposófico, residente em Portugal.
Foram novos conhecimentos trazidos da Áustria, onde nasceu essa Terapia Antroposófica, idealizada por Alfred Bauer, que vão nos auxiliar na atuação da Quirofonética, de maneira curativa no organismo humano.
Relembremos que a Quirofonética é uma terapia metafísica que busca o ser curador dos fonemas (vogais e consoantes). A pessoa sente e acolhe os fonemas não só de maneira auditiva, mas também cinestésica, pelo deslizamento dos fonemas nas costas, pernas e braços.
No Encontro, conhecemos fonemas indicados para tiques nervosos, alergias, problemas digestivos e renais, obesidade, pensamentos confusos e outros mais, compreendendo o significado desses problemas e o caminho da cura pelos fonemas.
O ponto culminante para mim, foi o estudo das Forças Terapêuticas dos Quadros das Madonas. Rudolf Steiner, apresentou esta série de quadros em Munique, em 1911, para ser utilizada por pacientes, principalmente nos casos de doenças anímicas, ou seja, doenças da alma. Ele indica que vejamos essas figuras antes de adormecer, para nos auxiliar na elevação do corpo etérico.
Trabalhamos terapeuticamente no Encontro, com o quadro número 9 – “Madona Tempi”, de 1508, pintado por Rafael Sanzio.
Nessa proposta terapêutica, os fonemas utilizados são de redenção: livram os “pecados”, no sentido de que quando rogamos algo a Virgem é porque queremos nascer de novo – AGORA!
O fonema essencial da Virgem é o B: nele se tem a concentração de toda matéria cósmica no ponto mais puro que existe. É como se voltássemos no útero da Mãe, e renascêssemos de novo.
É indicado para pessoas que sofreram abusos morais, principalmente, ou sexuais, dificuldade nos seus relacionamentos afetivos, profissionais, familiares. Carregam mágoas, ressentimentos, culpas e querem ser perdoadas – abençoadas. Rogam a Virgem para recuperar a memória comoum ser divino, puro.
Desde então, tenho utilizado com alguns pacientes, as forças terapêuticas da quirofonética, com o quadro número 9 da Madona, e o efeito tem sido surpreendente! Os pacientes sentem que algo muito profundo mudou e iniciam uma nova jornada como quem acabou de nascer, revitalizado, amado, puro.
Forças amorosas, acolhedoras, internas emergem e a pessoa sente a leveza da vida, percebe sua capacidade para lidar com os desafios que se apresentam no dia a dia. Resgata o seu poder de amar e amar-se!
A Terapia Antroposófica – Quirofonética é ainda pouco conhecida no Brasil, e sua manifestação curativa é profunda, muito útil nos tempos atuais, para diversas problemáticas que enfrentamos: stress, depressão, dificuldades de relacionamentos, dificuldade de ouvir a si mesmo e aos outros…